Aos Navegantes:

Sabotador de Satélite é: Música Política Cultura & Nhe Nhe Nhem!
Deixo bem claro que não sou Hospedeiro - nessa página não há nada fora dos conformes, a princípio; só os links de acesso aos materiais indicados - sou apenas um Parasita. Olhem, bebam, desfrutem, rechacem!
(No más, a coisa ainda tá em construção...)

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Ladrões levam piscina cheia sem derramar água

Ladrões invadiram a casa de uma americana na cidade de Paterson, Estado de Nova Jersey, e levaram a piscina de plástico que ficava no quintal. O que mais intriga Daisy Valdivia é como os criminosos conseguiram roubar a piscina cheia, com capacidade para 3.785 l, sem derramar a água.
A piscina foi levada do quintal de Valdivia na quarta-feira. Ela acredita que o crime tenha ocorrido entre 1h, quando seu marido foi dormir, e 5h, quando ela acordou. "Eu só queria saber o que eles fizeram com a água", disse a dona-de-casa, ainda intrigada com o crime.

Essa é ótima!!!

A arrecadação dos ingressos do pan serão investidos na área educacional: O destino do dinheiro é a escola pública.

O PAN – Rio 2007 vai entrar para a história do Brasil e das Américas. O PAN bate recordes de público; um grande exemplo foi a disputada da medalha de ouro entre Brasil e EUA no futebol feminino nesta quinta-feira. O Maracanã estava lotado, 70 mil pessoas vaiaram (só pra variar) e ovacionaram as meninas do Brasil, como disse Galvão Bueno.
Nunca um PAN foi tão lindo, claro, é o PAN do “Brasil”. E nunca, na história do nosso país, uma atitude tão nobre se fez... Com tantas alegrias e sucessos brasileiros, não posso deixar de comentar que o Brasil, no quadro geral de medalhas, é o segundo colocado da América, ultrapassou Cuba até o momento. O desempenho de nossos atletas é algo, assim digamos, exemplar, porque não emocionante – a cada medalha dourada conquistada, a platéia canta o nosso hino com o peito estufado e lágrimas nos olhos.
Foi, provavelmente, por esse e outros motivos que levou a Prefeitura do Rio de Janeiro em conjunto com os patrocinadores do PAN, as declarações e comprometimentos emocionados de César Maia, que disse fazer o melhor pelo país, quando do anúncio, ainda extra oficial, sobre as arrecadações dos ingressos (gordas arrecadações, imagine R$ 250,00 por pessoa), que serão investidas na educação pública. Essa atitude é iluminada – é uma medalha de ouro; é a luz para os futuros campeões que estão lá na escolinha aprendendo nas aulas de educação física. È um grande incentivo para o esporte que faz a sua parte, a inclusão social. Serão destinados 86% da arrecadação para a educação das escolas públicas do Rio. Investimento em quadras, ginásios, pistas de atletismo, materiais esportivos e promoção de campeonatos, além de outros investimentos. César diz seguir o grande exemplo da administração pública cubana e americana (estadunidense), onde tudo começa pela educação, a escola é a base, o fundamento para os futuros cidadãos. A educação é a matéria prima. É um grande exemplo para o Brasil – um Brasil que precisa, mais do que nunca, de bons exemplos.
César (medalha de ouro no PAN) firmou esse compromisso com a educação brasileira e ainda disse que fará mais. O Rio de Janeiro é o primeiro em atitude positiva, se os outros lideres dão maus exemplos e são energúmenos gestores, rodeados de corrupção e incompetência, vamos mostrar para o povo que nem toda política é falcatrua. O investimento que fará a prefeitura é um exemplo a ser seguido. Esse é o primeiro passo para a formação de nobres e vencedores cidadãos brasileiros. Viva o Brasil!

Notícia direta de nossos satélites.

Moral da história(estória): Pura ficção! Os nomes, os fatos, os locais, os eventos, os adjetivos, os sinônimos e a alegria e a demagogia, são meras coincidências, qualquer semelhança com fatos ou pessoas reais é uma falácia.
Pera aí, só o jogo do Brasil com os EUA é verdadeiro (5X0). As vaias do PAN, também são reais (infelizmente). E o César Vaia, esse não é surreal, nem real.... é . (na verdade um animador de platéias).

Viva a Utopia!

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Chávez defende reeleição presidencial sem limites:

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta quarta-feira que a reforma constitucional será "decidida pelo povo" e destacou que a reeleição presidencial sem limites não é um objetivo pessoal, "porque amanhã será outro ou outra" na Presidência.
"Sabia que iam me criticar de imediato, que diriam que tenho um plano para me perpetuar no poder, mas ainda tenho direito à defesa", assinalou o presidente, durante a inauguração de um hospital público. Chávez perguntou por que "o presidente da República não tem a possibilidade de ser reeleito quantas vezes o povo quiser, de uma maneira livre e democrática".
A atual Constituição venezuelana permite apenas uma reeleição e Chávez, que cumpre o segundo mandato, quer modificar a Carta para permanecer na Presidência por tempo indeterminado. "Hoje, temos 70% de apoio, segundo as pesquisas de opinião. Então, imagine quando tivermos mais eficiência e trabalharmos melhor nossa comunicação. Quero chegar aos 90%".

Há limites para a disputa política

Não é hora de se fazer disputa política. É hora de chorar os mortos e demonstrar o mínimo respeito pela dor e sentimentos das famílias enlutadas.
Lula Miranda

Em uma democracia, até mesmo nessa repleta de imperfeições como a nossa, a disputa política é natural, uma conseqüência do exercício pleno dos direitos e aspirações políticas dos cidadãos. Porém, essa disputa não pode jamais se confundir com uma espécie de vale-tudo, onde os golpes baixos, a falta de ética e a insensatez são banalizados como recursos a serem utilizados numa diuturna e incessante guerra pelo poder – ao que parece, o poder pelo poder simplesmente, já que não se ouvem propostas concretas ou políticas públicas alternativas e eficazes. Mas, aviso aos combatentes, até mesmo na guerra há limites.Semana passada, vivemos, todos os brasileiros, uma doída tragédia no aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo, onde morreram 198 pessoas – esse é o número de vítimas até o momento. De imediato, ainda perplexo, vendo ao vivo pela TV as imensas chamas que a tudo consumia, logo deduzi que dali não sairia ninguém vivo. Pensei então nos que tiveram o destino, sonhos e projetos de vida interditados naquele pavoroso acidente. Passaria aquela noite em claro, com um aperto no coração, pensando nas vítimas, na dor e tristeza profundas por que passavam seus parentes e amigos. Quantas mães e pais experimentaram naquela noite o desespero, a amargura e dor extremos de perder os filhos de uma maneira tão trágica e inesperada? Quantos perderam seus maridos e esposas, companheiros e companheiras, seus amores e parceiros de longas jornadas?Estarreceu-me ver, ainda sob a intensa luz e calor das chamas que iluminavam aquela noite macabra, jornalistas e comentaristas na TV fazendo deduções apressadas, portanto precipitadas, sobre as causas do acidente. Falavam – e demonstravam, reiteradas vezes, através de toscas animações – em derrapagem na pista. Elegiam “culpados”. Procuraram, de imediato, culpar o governo, o tal “apagão” ou “caos aéreo” pelo acidente, pela tragédia. Eu, ainda emudecido e perplexo, só conseguia pensar nas vítimas e na dor dos seus parentes e amigos.Na manhã seguinte, passando por uma banca de revistas, li, estarrecido, uma chamada de capa do jornal Folha de S.Paulo onde se lia que aquele trágico acidente – enfatizo, acidente – era, na verdade, um “crime” cometido pelo presidente Lula e seu governo, isso dentre outras sandices e irresponsabilidades. Detalhe: o autor do texto assinava como “psicanalista”. Incomodado por aquelas palavras tão duras e impróprias naquele momento, fruto de flagrante precipitação, açodamento e imaturidade, e diante de tamanha virulência e insensatez, ainda assim só conseguia pensar nas vítimas do acidente, em seus amigos e familiares.Apesar de ainda não se saber(em) a(s) causa(s) daquele acidente medonho, as manchetes de jornais e os noticiários da TV seguiram culpando, com prepotência e precipitação, o governo. Era preciso arrumar logo um culpado. Os bombeiros – valorosos homens e mulheres que trabalharam incessantemente naquela noite, esses sim merecem nosso reconhecimento e agradecimento –, esses, naquele instante, não pensavam em possíveis culpados. Mal os intrépidos bombeiros finalizaram o rescaldo do incêndio, já se iniciara, na internet e em toda a mídia, uma infame disputa política, com uma intensa guerra de opiniões, impressões, “eu-achismos” e versões acerca do ocorrido e dos possíveis responsáveis pela tragédia. Não sei quanto a você, caro leitor, mas devo dizer-lhe que fiquei enojado com isso tudo: a exploração da desgraça alheia como instrumento de um modo sórdido e oportunista de se fazer política. Enojado e revoltado com esses políticos (?) e jornalistas (?) – descobri que são muitos, inúmeros – que tiveram a desfaçatez, o desrespeito para com os mortos e suas famílias, a cara de pau mesmo, de tentar “faturar” prestígio, popularidade, ibope, ou sei lá mais o quê, em cima da dor e da emoção de tantos brasileiros. Onde é que vamos parar? Parece não haver limites para tanta sordidez! Desejo aqui, nesta hora, acima de todas as coisas, expressar minha compaixão, irrestrita solidariedade e carinho aos familiares de todos os homens, mulheres e crianças que perderam suas vidas naquele dia funesto. È necessário, meus prezados, com força e fé, seguir em frente. Pois a vida deve prosseguir.Deixo aqui também o meu agradecimento e homenagem aos bombeiros, demais policiais, médicos e voluntários que trabalharam, até as últimas forças, para debelar as chamas e no resgate dos corpos e, momentos antes, no salvamento dos poucos sobreviventes (alguns funcionários que trabalhavam no prédio atingido pelo avião). Esses são os autênticos e valorosos cidadãos dessa triste história – os heróis, arrisco-me a dizer, mesmo sabendo que não existem heróis. Os possíveis culpados por essa tragédia – se a empresa aérea, se algum órgão do governo, se o piloto, se o mau tempo ou a pista molhada, se todos esses agentes juntos – só o tempo e as investigações revelarão. Todos deverão, no seu devido tempo, ser responsabilizados e penalizados: o governo, por sua morosidade e/ou inoperância em implementar medidas para resolver essa crise na aviação civil ou pela precipitada liberação (sob pressão das companhias) da pista sem o tal “grooving”; a TAM pela sua volúpia/avidez pelo lucro fácil/imediato liberando para vôo um avião que se sabia avariado.Não é hora de se fazer disputa política. É hora de chorar os mortos e demonstrar o mínimo respeito pela dor e sentimentos das famílias enlutadas. È preciso dar a essas famílias, o quanto antes, o inalienável direito de prantear e enterrar os corpos dos seus entes queridos.

N.A. Por falar em disputa política... Aos que me cobram um texto sobre a morte de ACM, esclareço. Hoje, só teria uma coisa a dizer: Que descanse em paz. ACM agora é coisa do passado; já passou. Sigamos em frente. E que seus familiares encontrem alento para enfrentar a dor da perda. Não se deve tripudiar os adversários políticos – nem na hora da batalha nem da derrota e, muito menos, na hora da morte.

Agência Carta Maior.

Viva a catástrofe! Os bons tempos voltaram:

Sempre que há uma catástrofe nacional, irrompe uma euforia de cabeça para baixo. É como se a opinião pública dissesse: "Eu não avisei? Bem que eu falei, não adianta tentar que sempre dá tudo errado...".Há um grande amor brasileiro pelo fracasso. Quando ele acontece, é um alívio. O fracasso é bom porque nos tira a ansiedade da luta. Já perdemos, para que lutar? O avião explodindo nos dá uma sensação de realidade. Parece o Brasil indo a pique -o grande desejo oculto da sociedade alijada dos podres poderes políticos, que giram sozinhos como parafusos espanados.Não é uma ameaça de CPI, não é um perigo de crash da Bolsa. É morte, gás e fogo. E nossa vida fica mais real e podemos, então, aliviados, botar a culpa em alguém.Chovem cartas de leitores nos jornais. Todas exultam de indignação moral, todas denotam incompreensão com o programa do governo de reformar o sistema, programa muito "macro", mal explicado, "muito cabeça" para a população.Nada como um desastre ou escândalo para acalmar a platéia. E a oposição, aliada à oligarquia, usa bem isso. Danem-se as questões importantes, dane-se a crise externa, dane-se tudo. Bom é fofoca e denúncia. A finalidade da política é impedir o país de fazer política. Nada acontece, dando a impressão de que muito está acontecendo.Há uma tradição colonial de que nossa vida é um conto-do-vigário em que caímos. Somos sempre vítimas de alguém. Nunca somos nós mesmos. Ninguém se sente vigarista. O fracasso nos enobrece. O culto português à impossibilidade é famoso. Numa sociedade patrimonialista como Portugal do séc. 16, em que só o Estado-Rei valia, a sociedade era uma massa sem vida própria. Suas derrotas eram vistas com bons olhos, pois legitimavam a dependência ao rei. Fomos educados para o fracasso. Até hoje somos assim. Só nos resta xingar e desejar o mal do país.Quem tem coragem de ir à TV e dizer: "O Brasil está melhorando!", mesmo que esteja? Ninguém diz. É feio. Falar mal do país é uma forma de se limpar. Sentimo-nos fora do poder, logo é normal sabotar. O avião da TAM derreteu feito bala de açúcar na boca dos golpistas.O fracasso é uma vitória para muitos. Não fui eu que fracassei, foi o governo, o “populismo”. O maior inimigo da democracia é a aliança entre o ideologismo regressista e a oligarquia vingativa. Nossos heróis todos fracassaram. Enforcados, esquartejados, revoltas abortadas, revoluções perdidas. Peguem um herói norte-americano: Paul Revere, por exemplo. Cavalgou 24 horas e conseguiu salvar tropas americanas na Guerra da Independência. Foi o herói da eficiência. Aqui, só os fracassados verão Deus. O que moveu Pedro Simon e Arthur Virgilio foi a esperança do caos. Pedro Simon se acha o missionário da catástrofe. Ele é o ideólogo da explosão de furúnculos. Ele acredita no pus revelador. Virgilio quer levar em seu declínio o país todo com ele, cair destruindo, numa espécie de triunfo ao avesso. Ele é o último bastião do patrimonialismo tradicional, resistindo ao capitalismo impessoal.Espalhou-se a teoria de que o problema do Brasil é "moral". Este "bonde" funk de neo-udenismo psicótico, este lacerdismo tardio, este trenzinho de "janismo" com "collorismo" visam impedir a modernização do país, sob a capa do "amor". São a favor da moralidade, mas contra a lei de Responsabilidade Fiscal.Esta onda de moralismo delirante busca impedir a reforma das instituições, que estimulam a imoralidade. Tasso , tocando trombone sob um telhado de vidro, é o grande exemplo. Arthur Virgilio, com boquinha de ânus e vozinha de padre, outro.Nossos intelectuais se deliciam numa teoria barroca da "zona" geral. O Brasil é visto como um grande "bode" sem solução, o paraíso dos militantes imaginários. Quem quiser positividade é traidor. A miséria tem de ser mantida "in vitro" para justificar teorias e absolver inações. A academia cultiva o "insolúvel" como uma flor. Quanto mais improvável um objetivo, mais "nobre" continuar tentando. O masoquista se obstina com fé no impossível.Há um negativismo crônico no pensamento brasileiro. Paulo Prado contra Gilberto Freyre. Para eles, a esperança é sórdida, a desconfiança é sábia: "Aí tem dente de coelho, "alguma" ele fez...". Jamais perdoarão Lula por ter abandonado a utopia tradicional e aderido à "realpolitik". Quase nenhum "progressista" tentou ajudá-lo nessa estratégia. Quem tentou foi queimado como áulico ou traidor, pela plêiade dos canalhas e ignorantes. Talvez tenha sido um dos maiores erros da chamada "social-democracia", talvez a maior perda de oportunidade da história. Agora, os corruptos com que Lula se aliou para poder governar querem afogá-lo na lama.A "realpolitik" virou "shit politics".Assim como o atraso sempre foi uma escolha consciente no século 19, o abismo para nós é um desejo secreto. Há a esperança de que, no fundo do caos, surja uma solução divina. "Qual a solução para o Brasil?", perguntam. Mas a própria idéia de "solução" é um culto ao fracasso. Não lhes ocorre que a vida seja um processo, vicioso ou virtuoso, e que só a morte é solução.Vejam como o Brasil se animou com a crise atual. Ôba! É o velho Brasil descendo a ladeira! Viva! Os bons tempos voltaram!

Enviado por: Paulo.
Sei que a maioria dos anti-Lula e anti-PT adoram a suposta contundência de Arnaldo Jabor. Leiam só o artigo dele na Folha sobre a Tragédia da plataforma P-36, durante o governo FHC.

Trocas efetuadas no texto Onde se lê:
O avião explodindo Leia-se: plataforma afundando.
Onde se lê: populismo Leia-se: neoliberalismo.
Onde se lê: O avião da TAM - Leia-se: A plataforma da Petrobrás afundando.
Onde se lê: Pedro Simon - Leia-se: Luiz Francisco.
Onde se lê: Arthur Virgilio - Leia-se: ACM.
Onde se lê: Lula - Leia-se: FHC.
Onde se lê: social democracia - Leia-se: esquerda.
PS – Perdão, Jabor, mas essa foi irresistível.Atenção, para quem não reparou: esse texto, brilhante, é do Arnaldo Jabor. Apenas os nomes e circunstâncias foram trocados, para montar a pegadinha.

Enviada por Luis Nassif
em: http://luisnassif.blig.ig.com.br/

segunda-feira, 23 de julho de 2007

4º Concurso SESC/RS de Fotografia:


ARTE POR TODA PARTE. A CIDADE E AS MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS.

MODALIDADE PROFISSIONAL 1º lugar - 01 viagem com acompanhante para Salvador (05 dias).
MODALIDADE AMADOR 1º lugar - 01 viagem com acompanhante para um dos hotéis do SESC no RS (05 dias).

INSCRIÇÕES GRATUITAS

QUANDO: 09 de julho a 30 de setembro de 2007.
ONDE: Av. Alberto Bins, 665, 11º andar,ou nas Unidades Operacionais do SESC/RS.
CATEGORIAS: profissional e amador.

TEMA: Arte por toda parte.

Regulamento:

1. A arte está em toda parte, nas ruas, no dia-a-dia, na vida das pessoas, no cotidiano, nas relações. Com este tema, o SESC quer estimular e promover o registro de variadas e diversas ações, do processo de produção artística, evidenciando a pluralidade e a diversidade da cultura brasileira. Manifestada através do folclore, música, dança, teatro, artes visuais, arquitetura, etc.
2. O concurso contempla as modalidades: fotógrafo amador e fotógrafo profissional. Os fotógrafos podem residir em qualquer parte do Brasil, observando o tema “Arte por toda parte”.
3. O concurso abrange somente fotografias coloridas.
4. O concorrente pode inscrever até duas fotografias nas dimensões de 20x25 cm, identificando a modalidade em que concorre.
5. As fotografias deverão ser apresentadas coladas em passe par tout ou papel cartão com 3 cm de margem em cor preta ou branca.
6. No verso do material inscrito deverá constar etiqueta adesiva com nome completo do fotógrafo, endereço, e-mail e telefone para contato. Para eventual verificação, é necessário também conter data e local onde foi realizada a fotografia, bem como identificação da imagem e negativo da fotografia ou mídia eletrônica em alta resolução, para reprodução da mesma em caso de selecionada para integrar exposição e catálogo.
7. Em caso de imagens de pessoas, a autorização de uso da imagem da pessoa fotografada deve ser enviada juntamente com a fotografia. As fotografias que não vierem com a referida autorização não participarão da seleção.
8. O regulamento está disponível no site do SESC (www.sesc-rs.com.br/artesesc) e a inscrição será feita em ficha própria recebida junto com o regulamento, podendo a mesma ser fotocopiada. O preenchimento poderá ser datilografado ou em letras de forma sem rasuras.
9. O período de envio das fotos com a ficha de inscrição será de 09 de julho a 30 de setembro de 2007. Endereço para envio Avenida Alberto Bins, 665, 11º andar, ou entregues nas Unidades Operacionais do SESC no interior do Estado até a referida data.
10. Serão aceitas inscrições apenas dentro do período, valendo a data de recebimento, pelo SESC/RS. Para envio, valerá a data da postagem.
11. Não serão aceitas fotografias que apresentarem interferência eletrônica e/ou construções, bem como as que já tenham sido publicadas, exibidas em público, ou que já tenham sido, sob qualquer forma, premiadas.
12. Não poderão participar funcionários do Sistema Fecomércio e SESC/ SENAC.
13. As fotografias serão avaliadas e selecionadas por um júri nomeado pelo SESC/RS. O resultado decorrente da avaliação dos jurados será soberano e irrevogável.
14. O resultado do concurso será anunciado no dia 15 de outubro de 2007, pela página do SESC (www.sesc-rs.com.br/artesesc). Somente os vencedores serão comunicados por telefone ou e-mail.
15. Todas as fotografias classificadas serão objeto de publicação em forma e data convenientes ao organizador, ficando como propriedade do SESC/RS, que objetivará montar uma exposição itinerante pelas demais Unidades Operacionais do SESC, recebendo premiação somente o 1º lugar de cada categoria. Os demais classificados receberão um certificado de participação.
16. O SESC/RS reserva, desde já, o direito incontestável de reproduzir tais fotografias em seu material institucional, preservando os créditos do fotógrafo.
17. As fotografias premiadas ou não, não serão devolvidas. Elas serão tombadas e passarão a fazer parte do acervo do SESC/RS.

18. Ao efetuar sua inscrição o participante aceitará todas as disposições deste regulamento. O não cumprimento de quaisquer das regras deste regulamento poderá causar, a critério de seus organizadores, a desclassificação das fotografias inscritas e, conseqüentemente, do respectivo participante.

http://www.sesc-rs.com.br/concursofotografia/index.htm

Veio a Calhar Calheiros!